A Auto Imune
💥Controlei os sintomas da minha auto-imune com alimentação e estilo de vida.
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Alguém tinha de o dizer..
Vamos fingir que está tudo bem em continuar com esta moda de andar por aí a hastear a bandeira do autismo sobretudo nível 1 e casos em que as pessoas se auto diagnosticaram só para patologizar cada detalhe da sua própria existência?
Como já expliquei detalhadamente num vídeo anterior sobre a patologização do autismo que está aqui no meu feed, esta moda traz diversas consequências inclusivamente para quem se diz autista e provavelmente tem alguma perturbação mental que não está a diagnosticada e consequentemente não tratada.
Isto não é um ataque, é uma questão de respeito profundo por todos os autistas reais que enfrentam desafios genuínos todos os dias e que merecem ser levados a sério longe das tendências da internet.
Vai ver o vídeo anterior se ainda não viste e diz-me os comentários o que é que tu achas sobre esta polémica?
Não esperes por oportunidades extraordinárias. Cria-as a partir do ordinário.
A ilusão de que a grande viragem na nossa saúde — ou na nossa vida — exige circunstâncias perfeitas, tratamentos inacessíveis ou um golpe de sorte é o que mantém a maioria estagnada na mediocridade.
A verdadeira transformação não nasce de saltos quânticos, mas sim da consistência cirúrgica nos pequenos hábitos diários que a generalidade ignora. E muitas vezes a vontade de fazer mais, ir mais longe, tentar algo diferente, vem inclusivé de quando estás no buraco, como aconteceu comigo.
Se queres ter acesso a informações que te permitem otimizar a tua saúde e melhorar a tua performance física e mental, segue o meu perfil!
E se estás à espera do momento ideal para cuidar de ti, pôr um projeto novo em andamento, começar no ginásio, ter filhos, etc., etc., lamento desiludir-te: esse momento não existe.
O extraordinário constrói-se na disciplina dos dias banais, naquilo que comes quando ninguém está a ver, na forma como geres o teu descanso e na exigência que colocas nas tuas escolhas. O mesmo para as finanças, às vezes não é um negócio são pequenos ganhos consistêntes em vários, e nos filhos, nem vamos falar nisso, esperamos ter casa, carro, o ordenado melhorar, etc, e adia-se o quê afinal?? É nas dificuldades que crescemos, os meus filhos ensinam-me isso todos os dias..
E tu? Há alguma coisa que tenhas adiado na tua vida que te arrependas?
A natureza é, sem dúvida, a nossa melhor e mais silenciosa mentora.
Se observarmos com atenção, percebemos que o mundo natural não força ciclos, não se apressa e respeita rigorosamente o seu tempo de regeneração. O que muitos ignoram é que o nosso corpo funciona exatamente sob os mesmos princípios biológicos. Às vezes, podemos aprender imenso sobre a nossa própria saúde simplesmente ao olhar para a forma como a natureza se adapta, resiste e floresce perante as adversidades.
Este ano, olhei para a minha jornada e percebi que plantei muitas sementes silenciosas, muitas delas em solo árido, até conseguir ver os primeiros frutos da verdadeira remissão. Se quiseres perceber como a metáfora das sementes se aplica à biologia do nosso corpo e como a observação da natureza pode transformar a tua abordagem à saúde, tens de ouvir este episódio.
Vai ao meu canal do YouTube ou ao Spotify para ouvires o episódio completo e descobrires como acabou esta história, e afinal porque é que as sementes estão numa bacia 😁 querem das palpites ? 🐾
15/09/2026
Tem uma doença autoimune e sente que o seu corpo declarou guerra a si próprio, enquanto a medicina convencional parece limitar-se a gerir sintomas com imunossupressores que apenas mascaram o problema de fundo?
Viver com uma patologia autoimune exige uma resiliência tremida por exaustões inexplicáveis, dores constantes e aquela frustração diária de não reconhecer o próprio corpo. O que a maioria desconhece é que acalmar a resposta do sistema imunitário vai muito além de tomar comprimidos: envolve perceber o que está a desregular o organismo — desde a saúde do intestino até à forma como lidamos com o stress do dia a dia. E há coisas básicas que podemos fazer todos os dias para começar a vivar o jogo a nosso favor.
Se eu tivesse tido acesso a toda esta informação quando fui diagnosticada, teria poupado anos de sofrimento e incerteza.
Tudo o que fiz para colocar a minha doença autoimune em remissão está hoje ao alcance de quem quer mudar o rumo da sua saúde. Para quem quer aprender a fazer o que está ao seu alcance para trabalhar a favor do próprio corpo, criei a comunidade Remissão.
Comenta "AUTOIMUNE" nos comentários para eu te enviar todas as informações sobre como fazer parte da comunidade.
❌ O refúgio da excepção: quando as tuas "particularidades" servem apenas para te manter no mesmo lugar.
É extraordinariamente confortável escondermo-nos atrás das nossas próprias especificidades.
⚠️"O meu caso é diferente"
⚠️"A minha biologia é mais complexa"
⚠️"O meu dia a dia não permite"
Criamos um inventário impecável de razões, desculpas, diagnósticos não conclusivos e particularidades que justificam exatamente por que razão não avançamos.
Na prática, isto não passa de um mecanismo de defesa refinado. Romantizar a dificuldade e transformar o próprio sofrimento numa identidade dá-nos uma falsa sensação de controlo e proteção — protege-nos da frustração de tentar, ajustar a rota e falhar no processo.
Por mais única que seja a nossa história, o nosso corpo ainda responde às leis fundamentais da fisiologia, da bioquímica e da consistência. Usar a complexidade do nosso caso como escudo só serve para eternizar a nossa zona de conforto.
Mudar a nossa saúde exige a coragem de largar o apego ao problema e assumir a responsabilidade total pelas tuas escolhas diárias.
E tu? O que perdes se fores "curado"?
(Nota de responsabilidade: Este conteúdo tem carácteres educativo e provocatório para a mudança de hábitos. Se sentes que a dificuldade em sair deste ciclo está ligada a questões emocionais profundas, trauma ou esgotamento psicológico, procurar o acompanhamento de um profissional de saúde mental especializado é um ato essencial de responsabilidade e autocuidado).
⛔ O paradoxo do especialista: porque é que ter mais informação está a sabotar a tua saúde.
Passamos a vida a acumular dados. Lemos os estudos mais recentes, ouvimos podcasts de referência, compramos a suplementação mais inovadora e monitorizamos cada métrica no smartwatch.
No entanto, há um ponto de viragem subtil em que o excesso de informação se transforma na ilusão de que podemos diagnosticar e tratar casos complexos por conta própria.
A verdade clínica é simples: tanto na medicina tradicional como na medicina integrativa, a fisiologia não é a preto e branco. Não existem respostas absolutas e lineares no Google ou no PubMed.
Ter um "golpe de sorte" e aliviar um sintoma isolado por iniciativa própria pode acontecer. Mas quando a biologia falha a um nível mais profundo, a complexidade exige o olhar crítico de quem dedicou anos a estudar a bioquímica e a interação dos sistemas do corpo humano.
O papel do médico e da equipa de saúde não é ser substituído por pesquisas de fim de semana, mas sim ser o parceiro estratégico para desenhar a tua longevidade, às vezes sim, temos de trocar de profissional, mas às vezes só temos de o deixar trabalhar e conduzir o seu raciocínio clínico.
Salvar o teu tempo e a tua saúde exige maturidade para parar o "turismo médico" — a ansiedade de saltar de profissional em profissional a cada mês por falta de paciência com os processos.
Conheces alguém que salta de médico em médico de mês a mês à procura de respostas imediatas? Partilha este post com essa pessoa.
Não fiques onde já não cabes — porque o teu corpo paga o preço do teu silêncio.
🤍Quem nos vê de fora, muitas vezes acha que resiliência significa aguentar tudo. Dizem-nos para "forçar mais um pouco", para sermos fortes, para insistirmos.
Mas para quem vive com uma doença autoimune, forçar o que já não dá não é virtude. É um gatilho. O nosso sistema imunitário não distingue o stresse de um prazo impossível, de uma relação desgastante ou de um ambiente que nos anula, do stresse de uma ameaça física real.
Quando insistimos em caber em lugares, dinâmicas ou expectativas que já nos sufocam, o nosso sistema nervoso entra em modo de sobrevivência crónico. A resposta inflamatória dispara e o corpo, exausto de lutar contra o ambiente, começa a lutar contra si próprio.
Dizer "basta" e escolher sair de onde já não cabemos é a decisão mais difícil. Dá medo, traz incerteza e, sim, o próprio processo de rutura gera um desconforto imediato. Mas há uma diferença vital entre o stresse destrutivo de permanecer num lugar que nos adoece e o stresse temporário de construir uma saída.
A longo prazo, escolher a tua paz não é egoísmo. É regulação do teu sistema nervoso. É dar ao teu corpo o sinal de segurança de que ele tanto precisa para desinflamar e entrar em modo de reparação. Retira-te a tempo. Protege a tua energia. A decisão mais difícil de hoje é a liberdade (e a saúde) do teu amanhã.
Analisa se consegues modular o ambiente que percebes que está a afetar a tua sanidade mental, se consegues modula, se que sabes que a única via é a saída, sai. Vais pensar nisso comenta ❤
Nota de responsabilidade: O processo de transição e imposição de limites pode ser um gatilho de stresse. Se sentes dificuldade em gerir estas emoções ou tomar decisões que afetam a tua saúde, procura o apoio de um profissional de saúde mental. A tua mente e o teu sistema imunitário agradecem.
Song H , Fang F , Tomasson G, et al. Associação de transtornos relacionados ao estresse com subsequente doença autoimune. JAMA. 2018;319(23):2388–2400. doi:10.1001/jama.2018.7028
Todos os dias procuramos nas redes sociais uma nova dica! E não é disso que precisamos.
Este mês o episódio do podcast "saúde 100 evidência" faz refletir sobre isso. Não há convidados especiais, há um vaso de salsa, que me fez refletir sobre isso e trazer-vos essa reflexão, às vezes as coisas não acontecem no tempo que nós queremos, mas quando estamos prontos.
Episódio 16 completo no canal, link na bio.
Vai ver e depois conta-me se não estás a desesperar antes do teu tempo..
Para a maioria das pessoas, viver com baixa energia, dependência de café, névoa mental, ou com uma doença que domina toda a sua vida tornou-se o "normal".
Adaptaram-se ao "cativeiro" de um corpo e cérebro doentes.
Por isso, quando veem alguém a operar com clareza mental afiada, energia constante e alta performance física, acham um exagero.
"Voar só parece exagero para o pássaro que se habituou à gaiola"
A neurociência explica isso através do sickness behavior (comportamento de doença). Quando o teu organismo enfrenta um estado inflamatório crónico — causado por hábitos desregulados, ritmos circadianos destruídos e stresse metabólico, e até dor.. —, o teu cérebro altera a sinalização de dopamina. O resultado? Perdes o "drive", a motivação e a capacidade de pensar em grande.
Eu sei, eu já lá estive, e ficamos condicionados a poupar recursos para sobreviver ao dia. Mas aceitar a dor e exaustão diária como inevitável, é a maior forma de mediocridade que existe.
Não podemos exigir grandes decisões ou mudanças a um corpo e mente que estão ocupados a apagar incêndios, muitos deles invisíveis..
A verdadeira liberdade não é um conceito abstrato; começa em nós e na nossa otimização fisiológica.
Quando removemos os ruídos como a dor e o cansaço, devolvemos a eficiência ao nosso corpo, e subitamente o que parecia "exagero" passa a ser simplesmente o teu novo padrão.
Se estás pronto para sair do piloto automático e queres recuperar a tua vitalidade junta-te à minha comunidadem envia-me uma mensagem que te envio todas as informações.
E tu? Tens medo de voar?
Passamos a vida a cortar grupos alimentares.. mas é muito mais sobre o que comemos do que o que cortamos.
Cada refeição é uma oportunidade de nutrir o nosso corpo, e há pequenas trocas que podem sem dúvida incrementar nutrientes.
A minha convidada do episódio 15 do meu podcast Saúde 💯 evidência, falou sobre isso, e mais especificamente como podemos transformar uma simples salada de alface num prato verdadeiramente nutritivo.
Não percas este episódio e começa já a aplicar nas tuas rotinas.
Link para o episódio completo nos destaques.
Episódio completo também disponível no Spotify.
E tu? Já sabias disto? Como montas as tuas saladas?
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