Rosangela Haydem
Pós Graduada em Física da Consciência especialista em Alzheimer. Informação clara, prevenção em escolha e conhecimento em cuidado real.
28/09/2026
A minha pesquisa sobre a prevenção da doença de Alzheimer se tornou um livro. E, somente neste mês de setembro, mais de 2 mil exemplares chegaram às mãos de leitoras.
Esse número me emociona porque sei o que existe por trás de cada pedido. Existe a mulher que começou a anotar seus esquecimentos. A filha que acompanhou a mãe perder a memória. A mulher que olha para a própria história familiar e decidiu que chegou a hora de entender melhor o que acontece com o cérebro.
Foi pensando nelas que escrevi Alzheimer: Prevenção para Mulheres — Um Manual Essencial.
No livro, conto como a ciência passou a compreender a doença, explico por que as mulheres aparecem em maior número entre as pessoas com Alzheimer e mostro por que o cuidado com o cérebro precisa começar muito antes da velhice. Reuni minha pesquisa em uma linguagem clara, para que esse conhecimento saia dos estudos científicos e chegue à vida das mulheres.
Eu não quero que uma mulher espere um diagnóstico na família para começar a fazer perguntas. Quero que ela saiba o que observar, entenda os avanços da ciência e perceba quanto do cuidado com a própria saúde acontece todos os dias.
Se esse assunto toca a sua vida, este livro precisa estar nas suas mãos. E, se existe uma mulher na sua família que também precisa dessa leitura, envie esta publicação para ela.
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28/09/2026
Qual é o suplemento para a mulher 50+? Essa pergunta aparece muito. Quando o assunto é memória, eu começo olhando para o que está no prato.
A vitamina B12 está nos ovos, peixes, carnes e leite. O magnésio está no feijão, nas castanhas, nas sementes e nas folhas verdes. O ferro está nas carnes, no fígado, no feijão e na lentilha. O zinco também está nas carnes, nos ovos, nos feijões e nas sementes.
Esses nutrientes participam do funcionamento do organismo e do cérebro. A falta de B12 pode afetar a memória. A anemia por falta de ferro também pode trazer cansaço e dificuldade de concentração. Mas isso não significa que tomar doses extras desses nutrientes vá melhorar a memória de quem não tem deficiência.
Eu sei que planejar as compras e preparar comida de verdade dá mais trabalho do que tomar uma cápsula. Ainda assim, faz parte do cuidado diário com a saúde. E, quando existe deficiência ou dificuldade de absorção, a suplementação pode ser necessária. É preciso avaliar cada caso.
Como pesquisadora da doença de Alzheimer, eu falo muito sobre cuidar do cérebro antes que os problemas apareçam. Esse cuidado também passa pela alimentação.
Quer conhecer os alimentos neuroprotetores que eu reuni? Comente ALIMENTOS que eu envio as informações.
Fontes: Office of Dietary Supplements dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH), fichas sobre vitamina B12, magnésio, ferro e zinco.
Ainda estou tentando encontrar palavras para agradecer todas as mensagens que recebi pelo meu aniversário.
Algumas vieram de amigas de infância que me encontraram aqui no Instagram. Foi como abrir uma porta para uma época da vida que continua viva dentro de mim. Vieram também mensagens de colegas de trabalho, de pessoas com quem dividi cursos, estudos e tantos momentos importantes, e de alunos que hoje fazem parte da minha história.
Mas confesso que algo me emocionou de um jeito especial: receber o carinho de pessoas que me acompanham aqui e que nunca me encontraram pessoalmente. Pessoas que param um instante do próprio dia para me desejar coisas boas, contar que se lembraram de mim ou dizer que minhas palavras fazem companhia de alguma forma.
Isso me fez pensar no quanto a vida aproxima pessoas por caminhos que a gente nem imagina. Há quem me conheça há décadas e há quem conheça apenas a minha voz, meus vídeos e o trabalho que compartilho por aqui. E, nesse aniversário, senti o carinho de todas elas.
Obrigada por cada mensagem, por cada lembrança e por cada gesto de afeto. Fui lendo e me emocionando. Vocês fizeram meu aniversário ficar ainda mais bonito e me lembraram de uma coisa preciosa: os vínculos que construímos ao longo da vida são um dos maiores presentes que podemos receber.
Recebam meu abraço e minha gratidão, de coração. ❤️
28/09/2026
Gente, essa é a receita do meu bolo de aniversário! Ficou lindo, gostoso, neuroprotetor e foi um sucesso. Eu fiz dois dias antes da minha festa e deixei na geladeira até a hora de servir.
Massa tipo pão de ló
6 ovos, com claras e gemas separadas
120 g de farinha de amêndoas
80 g de farinha de aveia fina
120 g de tâmaras sem caroço
60 ml de água morna
80 ml leite de amêndoas sem açúcar
30 ml de azeite extravirgem de sabor suave
1 colher de chá de baunilha
1 colher de sopa rasa de fermento químico
Bati as tâmaras com a água morna até virar uma pasta. Bati as claras em neve e reservei. Misturei as gemas com a pasta de tâmaras, o azeite, a bebida de amêndoas e a baunilha. Acrescentei as farinhas e o fermento. Por último, incorporei as claras com delicadeza.
Dividi a massa em duas formas redondas de 18 cm, forradas com papel manteiga, e assei em forno preaquecido a 180 °C por cerca de 25 a 30 minutos. Esperei as duas partes esfriarem completamente antes de montar.
Creme branco, sem chantilly
250 g de castanha-de-caju crua e sem sal
400 g de iogurte natural bem espesso, sem açúcar
1 colher de chá de baunilha
1 colher de chá de suco de limão
Deixei as castanhas de molho em água por pelo menos 4 horas e escorri. Bati com os outros ingredientes até formar um creme liso. Levei à geladeira por 2 horas para firmar.
Montagem
Usei de 300 a 400 g de morangos, framboesas e mirtilos, lavados e muito bem secos. Coloquei um disco de bolo no prato, espalhei o creme e acrescentei parte das frutas picadas. Cobri com o segundo disco, passei mais creme por cima e nas laterais e decorei com as frutas inteiras.
Depois de pronto, mantive o bolo tampado na geladeira. Tirei apenas na hora de servir.
A massa não leva farinha de trigo, margarina nem açúcar adicionado. A doçura vem das tâmaras e das frutas. E aquele creme branco que aparece nas fotos não é chantilly: é feito com castanha-de-caju e iogurte.
Foi um bolo para comemorar a vida, feito com ingredientes que eu adoro colocar no prato quando penso também na saúde do cérebro.
28/09/2026
Ontem foi meu aniversário, e hoje quero agradecer por cada mensagem que recebi. Li palavras lindas, lembrei de pessoas queridas e me senti muito amada.
Obrigada a quem tirou um momento do dia para me desejar coisas boas. Vocês fizeram meu aniversário ainda mais especial. Guardo esse carinho comigo.
Hoje é o meu aniversário. São 56 anos de vida.
E, para comemorar esta data, eu resolvi realizar um pedido que minha mãe me fez quando eu ainda era adolescente.
Naquela época, ela me pediu que eu cantasse esta canção para ela. Eu nunca cantei. Achava a música triste, achava brega… e fui adiando.
O tempo passou. A vida passou. E esse pedido permaneceu guardado dentro de mim.
Agora, aos 56 anos, eu aprendi a letra, aprendi os acordes e chamei meus amigos para cantarem comigo para a minha mãe.
Hoje, o presente de aniversário não é para mim. É para ela.
Mãe, esta é a canção que a senhora me pediu há tantos anos. Talvez eu tenha demorado, mas finalmente chegou o dia.
Esta música é para a senhora.
E este momento ficará guardado para sempre na minha memória e, de alguma forma, espero que também permaneça na sua. Parte 6
Hoje é o meu aniversário. São 56 anos de vida.
E, para comemorar esta data, eu resolvi realizar um pedido que minha mãe me fez quando eu ainda era adolescente.
Naquela época, ela me pediu que eu cantasse esta canção para ela. Eu nunca cantei. Achava a música triste, achava brega… e fui adiando.
O tempo passou. A vida passou. E esse pedido permaneceu guardado dentro de mim.
Agora, aos 56 anos, eu aprendi a letra, aprendi os acordes e chamei meus amigos para cantarem comigo para a minha mãe.
Hoje, o presente de aniversário não é para mim. É para ela.
Mãe, esta é a canção que a senhora me pediu há tantos anos. Talvez eu tenha demorado, mas finalmente chegou o dia.
Esta música é para a senhora.
E este momento ficará guardado para sempre na minha memória e, de alguma forma, espero que também permaneça na sua.
27/09/2026
Hoje é meu aniversário. Coloquei uma vela no bolo e fiquei pensando em quanta vida cabe em um ano.
Teve trabalho, cansaço, conquistas, planos que deram certo e outros que precisei mudar. Teve gente que esteve perto, gente de quem senti saudade e muitos motivos para agradecer.
Peço a Deus saúde para continuar vivendo tudo isso: estar com quem amo, aprender, trabalhar pelo que acredito e fazer novos planos. Porque eu ainda tenho muita vontade de viver.
Obrigada a cada pessoa que faz parte da minha caminhada e a quem separou um momento do dia para me desejar feliz aniversário. Recebo esse carinho com muita alegria. ❤️🎂
Hoje, 27 de setembro, é o meu aniversário.
E, como faço todos os anos, hoje eu vou pegar o meu violão e cantar uma canção.
Mas este ano tem um significado muito especial.
Eu escolhi cantar para a minha mãe uma música que eu nunca cantei para ela.
Durante muitos anos, eu achava essa música brega. Achava triste. E nunca quis cantar.
Hoje, esse é um dos meus grandes arrependimentos.
Porque minha mãe poderia ter essa lembrança. Poderia ter me ouvido cantar essa música tantas vezes ao longo da nossa vida.
Minha mãe tem a doença de Alzheimer. E, apesar de tantas memórias terem se perdido, a música continua sendo muito forte na vida dela.
Ela canta. Ela gosta de ouvir música. Ela se envolve com as melodias.
E foi por isso que, no meu aniversário, eu escolhi cantar justamente para ela.
Talvez ela não guarde a lembrança deste dia como eu gostaria.
Mas eu vou guardar.
Vou guardar a imagem da minha mãe me ouvindo cantar uma música que eu deveria ter cantado há muitos anos.
A vida não nos permite voltar no tempo para fazer aquilo que deixamos de fazer.
Mas, enquanto ainda existe tempo, podemos fazer hoje.
Hoje é o meu aniversário.
Mas essa canção é para a minha mãe.
26/09/2026
Hoje li um capítulo do meu livro Alzheimer — Prevenção para Mulheres que fala sobre um hábito simples: anotar os esquecimentos.
A gente esquece uma palavra, perde um objeto, entra em um cômodo e já não lembra o que foi fazer. Muitas vezes, isso acontece em dias de pouco sono, estresse ou excesso de tarefas. Mas, quando um esquecimento se repete, vale prestar atenção.
Anotar o que aconteceu, quando aconteceu e se voltou a acontecer ajuda a perceber mudanças que, na correria, passam despercebidas. Também ajuda a contar ao profissional de saúde o que está acontecendo com mais clareza.
Foi pensando nisso que escrevi este livro. Quero que mais mulheres conheçam o próprio cérebro e saibam quando é hora de buscar uma avaliação.
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