Dr. Gustavo Hideki Kawanami

Dr. Gustavo Hideki Kawanami

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Dr. Gustavo é médico hepatologista, com ampla experiência e reconhecimento. Agende sua consulta!

13/06/2026

🍺🍷🥃 Puro malte, Vinho ou Destilado: O fígado sabe a diferença?

Existe um mito muito comum de que bebidas "puro malte", vinhos refinados ou destilados de alto valor (como gin e whisky) são "mais limpos" e, portanto, menos prejudiciais à saúde. Mas será que o seu fígado concorda com isso?

A resposta direta da hepatologia é: Não. Para o seu fígado, álcool é álcool.

A substância que causa dano direto às células hepáticas é o etanol. O fígado não consegue distinguir se esse etanol veio da fermentação de uma uva selecionada, do puro malte da cevada, de cereais não maltados (como milho e arroz nas cervejas comuns) ou da destilação da cana-de-açúcar. Para aqueles que já são meus pacientes, vocês já ouviram: "Fígado não tem boca, só recebe o álcool e por isso não interesssa de onde ele veio!"

O que realmente importa?
O dano hepático está diretamente relacionado à quantidade e frequencia de álcool absoluto ingerido. O consumo contínuo, independente da bebida, sobrecarrega a capacidade de metabolização do órgão e causa lesões.

As consequências:
Esse excesso leva a formação de cicatrizes (fibrose) e, eventualmente, cirrose e risco aumentado de câncer de fígado. Além disso também causa acúmulo de gordura (esteatose hepática alcoólica), que pode evoluir silenciosamente para inflamação (hepatite alcoólica) e terminar em cirrose também.

Muitas vezes, a doença não apresenta sintomas até que o fígado já esteja gravemente comprometido. O acompanhamento médico especializado é a única forma de avaliar precocemente a saúde do seu fígado e prevenir danos irreversíveis.

Procure o Dr. Gustavo - Hepatologista para cuidar da saúde do seu fígado.
📞 (14) 3212-4209

Referências Bibliográficas:

Seitz HK, Bataller R, Cortez-Pinto H, et al. Alcoholic liver disease. Nat Rev Dis Primers. 2018;4(1):16. doi: 10.1038/s41572-018-0014-7. (PMID: 30115921).

O'Shea RS, Dasarathy S, McCullough AJ; Practice Guideline Committee of the American Association for the Study of Liver Diseases. Alcoholic liver disease. Hepatology. 2010;51(1):307-328. doi: 10.1002/hep.23258. (PMID: 20034030).

13/06/2026

13 de Junho: MASH Day – O Dia de Combater a Doença Hepática Gordurosa Metabólica! 💪🩺

A Doença Hepática Gordurosa Metabólica está se tornando uma epidemia silenciosa, mas nós podemos combatê-la!

Muitos nos perguntam o que é exatamente o MASH. Como você vê na seção 1 da figura, é a diferença entre um fígado que é apenas gorduroso e um que sofreu dano celular. O MASH não é apenas gordura; é o acúmulo de gordura (fígado com gota de gordura) acompanhado por inflamação crônica (o fogo), o que leva ao dano às células do fígado (dano celular). Esse processo inflamatório é o motor que acelera a progressão.

Para combater essa doença, precisamos de um plano de ação prático. Aproveito o espaço ao lado da definição para apresentar o nosso “Check-list de Combate ao MASH”:
1 Check-up Metabólico Regular: Monitore colesterol, diabetes e hipertensão.
2 Movimento é Vida: Mantenha-se fisicamente ativo (pelo menos 150 min/semana).
3 Nutrição Inteligente: Reduza açúcares e ultraprocessados. Priorize vegetais.
4 Peso Saudável: A perda de 5-10% do peso corporal pode reverter o MASH.
5 Hidratação com Água: A principal bebida para um fígado saudável.

Não é coincidência que o MASH esteja diretamente ligado aos fatores metabólicos que você vê na seção 2: Obesidade, Diabetes Tipo 2, Hipertensão e Colesterol Elevado. Eles criam o ambiente perfeito para o fígado adoecer.

A boa notícia é que o MASH é em grande parte reversível através da prevenção e mudança de estilo de vida! O infográfico mostra a prevenção (dieta, exercício) como a saída principal. Se você tem algum dos fatores de risco, ou histórico familiar, não espere o dano ser irreversível (fibrose/cirrose/câncer). Procure um hepatologista. O combate começa com a informação e a ação! Salve e compartilhe para ajudar a conscientizar mais pessoas.

Sociedade Bras. de Hepatologia

10/06/2026

🔬 Biópsia de Fígado: O que você precisa saber?

Sabe quando os exames de sangue ou de imagem não são suficientes para entender completamente o que está acontecendo com o seu fígado? É nesse cenário que a biópsia hepática se torna uma ferramenta insubstituível.

A biópsia consiste na retirada de um minúsculo fragmento do fígado, geralmente feita com uma agulha fina e anestesia local, guiada por ultrassom. Esse procedimento é rápido e seguro, permitindo que o tecido seja analisado no microscópio.

Por que ela é tão importante?
Muitas doenças hepáticas são silenciosas. A biópsia permite visualizar diretamente as células do fígado para avaliar o grau de inflamação e a quantidade de fibrose (cicatrizes). Ela é frequentemente necessária para:

Diagnosticar a causa exata de alterações persistentes nos exames de sangue, quando não se encontra causas apenas nos exames de imagem e de sangue.

Estadiar a gravidade da doença hepática gordurosa não alcoólica (esteatose) e verificar se já existe esteato-hepatite.

Avaliar danos causados por hepatites crônicas ou doenças autoimunes.

A precisão desse exame evita diagnósticos tardios e permite instituir o tratamento correto antes que ocorram danos irreversíveis à sua vida, como a cirrose.

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Referências Bibliográficas:
Bravo AA, Sheth SG, Chopra S. Liver biopsy. N Engl J Med. 2001;344(7):495-500. (PMID: 11172192).

Rockey DC, et al; American Association for the Study of Liver Diseases. Liver biopsy. Hepatology. 2009;49(3):1017-1044. (PMID: 19243014).

06/06/2026

🛡️ NAC (N-Acetilcisteína): Qual o verdadeiro papel na saúde do fígado?

Você provavelmente já ouviu falar da N-Acetilcisteína, ou simplesmente NAC, como um suplemento popular. Mas, na hepatologia, essa substância está longe de ser apenas uma moda; pode ser ferramenta médica poderosa MAS COM INDICAÇÕES MUITO ESPECÍFICAS! NÃO É PRA TODOS!

Como o NAC age no fígado?
O fígado sofre agressões diárias e conta com um antioxidante natural fortíssimo chamado glutationa para neutralizar toxinas. O NAC age exatamente fornecendo a matéria-prima (cisteína) para que o seu corpo produza mais glutationa, reforçando as defesas das células hepáticas contra o estresse oxidativo.

Quando ele é realmente necessário?
1️⃣ O Antídoto Essencial: A aplicação mais consagrada do NAC é atuar como o antídoto salva-vidas no caso de intoxicação por paracetamol..
2️⃣ Proteção Celular: Estudos avaliam o uso do NAC para proteger o fígado em cenários de isquemia (falta de fluxo sanguíneo) e outras agressões agudas, devido ao seu alto poder antioxidante, mas isso ainda precisa de mais estudos.
3️⃣ Gordura no Fígado e Outras Doenças: Embora seja alvo de pesquisas para condições inflamatórias crônicas, como a esteatose hepática, o uso do NAC não é uma pílula mágica. Tomá-lo sem orientação pode não trazer benefício algum e não substitui as mudanças de estilo de vida necessárias e o pior: o uso de NAC pode mascarar os resultados de exames, enquanto a doença avança (O NAC melhora os exames, mas não trata a causa).

⚠️ O alerta médico: Usar NAC por conta própria, achando que está "limpando o fígado", pode atrasar o diagnóstico de problemas silenciosos e graves. O tratamento adequado depende da avaliação precisa da sua função hepática.

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Referências Bibliográficas:
Ação da N-acetilcisteína na isquemia e reperfusão hepática. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. DOI: 10.1590/S0100-69912002000400002

N-acetylcysteine: multiple clinical applications. Am Fam Physician. (PMID: 19058473).

03/06/2026

🚫💊 Seu fígado e os remédios: O perigo silencioso da esteatose medicamentosa.

Você tem o hábito de tomar medicamentos sem prescrição médica ou utiliza certas medicações de forma contínua? É fundamental saber que o fígado é o principal órgão responsável por processar tudo o que ingerimos, incluindo os remédios.

A esteatose hepática medicamentosa ocorre quando substâncias químicas presentes em certos medicamentos causam o acúmulo excessivo de gordura nas células do fígado. Essa condição pode ser silenciosa no início, mas, se não tratada, pode progredir para inflamação e sérios danos hepáticos.

👉 Alguns exemplos de medicamentos que requerem atenção:

1️⃣ Corticoides: O uso prolongado pode alterar o metabolismo e favorecer o acúmulo de gordura.
2️⃣ Amiodarona: Utilizada para arritmias cardíacas, pode afetar as mitocôndrias do fígado.
3️⃣ Tamoxifeno: Comum no tratamento do câncer de mama, pode causar alterações metabólicas hepáticas.
4️⃣ Metotrexato: Usado para doenças autoimunes e alguns tipos de câncer, tem potencial hepatotóxico.
5️⃣ Anti-inflamatórios (Uso Excessivo): O uso crônico e sem supervisão pode sobrecarregar o órgão.

🚨 ALERTA IMPORTANTE:

IMPORTANTE: Nunca suspenda um medicamento prescrito por seu médico sem orientação prévia. A auto-medicação é perigosa. Se você utiliza alguma dessas medicações de forma crônica, o monitoramento regular da saúde do seu fígado é essencial.

Conte com o Dr. Gustavo - Hepatologista para um diagnóstico preciso e acompanhamento especializado. Priorize sua saúde!

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📣 Compatilhe esta mensagem se você acha que alguém toma estas medicações ou tem mania de tomar muitos remédios!

30/05/2026

🚫🍷 Vinho: Refinamento, Requinte... e Risco Hepático.

Frequentemente associado a jantares elegantes, celebrações sociais e até rituais religiosos, o vinho goza de um status diferenciado entre as bebidas alcoólicas. Mas precisamos desmistificar uma verdade fundamental: independente do rótulo, o vinho continua sendo álcool.

O fígado, o nosso laboratório corporal, não distingue a origem do álcool que processa. Uma taça de vinho ou um shot de destilado representam, para o órgão, a mesma carga metabólica.

1️⃣ Alcoolismo: O consumo regular, mesmo que “socialmente aceito”, pode evoluir para a dependência. A linha entre o apreço e a necessidade é perigosamente tênue.
2️⃣ Esteatose (Fígado Gorduroso): O álcool é uma das principais causas do acúmulo de gordura nas células do fígado, um sinal precoce de dano.
3️⃣ Cirrose: A exposição crônica ao álcool do vinho causa inflamação e fibrose (cicatrização) do tecido hepático, progredindo para cirrose irreversível.
📊 E os Benefícios para o Coração?
Essa é uma ideia perigosa e superestimada. Os supostos benefícios cardíacos atribuídos aos taninos e ao resveratrol são mínimos na prática. Para obter quantidades terapeuticamente relevantes desses compostos apenas com vinho, o volume de álcool consumido causaria danos muito antes de qualquer benefício cardíaco se manifestar.

A Realidade: Os danos hepáticos, renais e o risco oncogênico (câncer) associados ao álcool do vinho superam em muito qualquer potencial benefício marginal para o coração.

Se você não tem nenhuma outra doença do seu fígado, você pode se permitir o uso esporádico da bebida alcoólica, mas: Cuide-se! Procure o Dr. Gustavo - Hepatologista e garanta que vai continuar tudo bem com o seu fígado e pâncreas!

23/05/2026

Cúrcuma: Quando o “Natural” Agride o Fígado!

Existe um mito perigoso de que “se é natural, não faz mal”. No entanto, na hepatologia, a realidade é diferente.

Embora a cúrcuma (açafrão-da-terra) seja um excelente tempero culinário, a sua suplementação em cápsulas com extratos concentrados tem sido associada a casos graves de lesão hepática.
O fígado é o filtro central do corpo, processando tudo o que ingerimos. Quando exposto a doses elevadas de curcumina — muitas vezes potencializadas por substâncias como a piperina para aumentar a absorção — o órgão pode sofrer uma inflamação aguda conhecida como Hepatite Medicamentosa (Herb-Induced Liver Injury - HILI).

Essa condição pode ser severa, manifestando-se com amarelão nos olhos e pele (icterícia), urina escura e cansaço extremo, podendo evoluir para a falência do órgão em casos graves.

O uso desses suplementos sem a devida supervisão médica e sem conhecer a saúde prévia do seu fígado é um risco desnecessário. O acompanhamento especializado é fundamental para garantir que sua busca por saúde não resulte em um prejuízo irreversível.

Lembre-se: o fígado muitas vezes sofre em silêncio.

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• Lombardi N, et al. Acute liver injury associated with turmeric use. Br J Clin Pharmacol. 2020;86(9):1892-1896.
• Halegoua-DeMarzio D, et al. Liver Injury Associated with Turmeric: A Growing Problem. Am J Med. 2023;136(2):200-206.

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20/05/2026

Minha Ferritina esta alta: e agora?

Muitas pessoas associam a ferritina alta exclusivamente ao excesso de ferro no corpo, mas a realidade clínica é muito mais ampla e complexa.

A ferritina é uma proteína de fase aguda, o que significa que seus níveis aumentam em resposta a diversos processos no organismo.
As principais causas de hiperferritinemia incluem:
• Síndrome Metabólica e Gordura no Fígado: Esta é a causa mais comum. O excesso de peso, diabetes e a Doença Hepática Esteatótica Associada à Disfunção Metabólica (MASLD) geram uma inflamação crônica que eleva a ferritina, mesmo sem excesso de ferro real.
• Processos Inflamatórios e Infecciosos: Como reagente de fase aguda, a ferritina sobe em resposta a infecções, doenças autoimunes e estados inflamatórios agudos ou crônicos.
• Consumo de Álcool: O consumo regular de bebidas alcoólicas interfere no metabolismo do fígado e pode elevar significativamente os níveis desta proteína.
• Hemocromatose Hereditária: Uma condição genética menos frequente, onde o corpo absorve ferro em excesso, podendo levar ao dano severo de órgãos como fígado e coração se não diagnosticada precocemente.

Ignorar esses níveis ou tentar interpretá-los sem auxílio pode mascarar doenças silenciosas. O papel do hepatologista é realizar o diagnóstico diferencial para identificar se o problema é metabólico, inflamatório ou uma sobrecarga real de ferro, protegendo seu fígado de danos permanentes.

Procure o Dr. Gustavo - Hepatologista para cuidar da saúde do seu fígado.

• Sandnes M, et al. Hyperferritinemia-A Clinical Review. Genes (Basel). 2021.
• Adams PC, et al. Hyperferritinemia in the clinic. Clin Res Hepatol Gastroenterol. 2011.

Dr. Gustavo - Hepatologista (Telefone/WhatsApp: 14 3212-4209)

16/05/2026

Dá pra perceber algum sintoma de acúmulo de gordura no meu fígado?

A esteatose hepática é uma condição traiçoeira. Em seus estágios iniciais, o fígado acumula gordura em silêncio. Conforme o tempo passa e se você não tem o hábito de praticar exercícios físicos, fique atento aos sutis pedidos de ajuda que o corpo pode enviar antes que o dano se torne severo ou irreversível.

Embora muitas pessoas sejam assintomáticas, algumas alterações físicas perceptíveis podem surgir quando a doença está se desenvolvendo ou já está em um estágio intermediário de inflamação:
• Fadiga Persistente e Fraqueza: Uma sensação de cansaço que não melhora com o repouso. O fígado sobrecarregado luta para realizar suas centenas de funções metabólicas, exaurindo a energia do corpo.
• Desconforto Abdominal: Uma dor leve, peso ou sensação de “estômago cheio” na região das últimas costelas do lado direito, onde o fígado está localizado. Isso pode indicar um aumento no tamanho do órgão devido ao acúmulo de gordura.

O Perigo de Ignorar os Sinais Silenciosos
Se não tratada, a esteatose pode evoluir para a Esteato-hepatite (MASH), caracterizada por inflamação e lesão celular. Neste estágio, o risco de desenvolver cicatrizes permanentes (fibrose) e, eventualmente, cirrose hepática ou câncer de fígado aumenta drasticamente.

O diagnóstico precoce, através de exames médicos e de imagem, é a única maneira segura de detectar a gordura no fígado antes que os sintomas graves apareçam. Não espere a dor chegar para cuidar do seu órgão vital.

Procure o Dr. Gustavo - Hepatologista para cuidar da saúde do seu fígado.

• Chalasani N, et al. The diagnosis and management of nonalcoholic fatty liver disease: Practice guidance from the American Association for the Study of Liver Diseases. Hepatology. 2018.
• European Association for the Study of the Liver (EASL). EASL-EASD-EASO Clinical Practice Guidelines for the management of non-alcoholic fatty liver disease. J Hepatol. 2016.

Informações de Contato:
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Telefone: 14 3212-4209

13/05/2026

Gordura no Pâncreas: A “irmã” da esteatose hepática

Você sabia que a gordura não se acumula apenas no fígado? A esteatose pancreática é o acúmulo de gordura nas células do pâncreas e, embora menos comentada que a gordura no fígado, ela traz riscos sérios à saúde.

Também silenciosa, essa condição é frequentemente descoberta em exames de rotina (como ultrassom ou tomografia) e está intimamente ligada à obesidade, ao diabetes e à síndrome metabólica.

Com o passar do tempo há risco de:
• Risco de Diabetes Tipo 2: O excesso de gordura pode prejudicar a produção de insulina, dificultando o controle do açúcar no sangue.
• Inflamação (Pancreatite): Em alguns casos, a gordura pode predispor a episódios inflamatórios no órgão.
• Conexão com o Fígado: Quem tem gordura no pâncreas tem uma chance muito maior de também apresentar esteatose hepática, aumentando o risco cardiovascular global.

Assim como no fígado, a detecção precoce é fundamental. O pâncreas e o fígado trabalham juntos no seu metabolismo; cuidar de um é proteger o outro.
O acompanhamento especializado permite traçar uma estratégia para reverter o quadro e proteger suas funções vitais.

Procure o Dr. Gustavo - Hepatologista para cuidar da saúde do seu fígado.

• Catanzaro R, et al. Pancreatic steatosis: A forgotten entity. World J Gastroenterol. 2016.
• Smits MM, van Geenen EJ. The clinical significance of pancreatic steatosis. Nature Reviews Gastroenterology & Hepatology. 2011.

Dr. Gustavo - Hepatologista
Telefone/WhatsApp: 14 3212-4209

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